As personagens Elis e Bárbara vão dividir com vocês suas aventuras e desventuras rumo ao equilíbrio das contas

Vocação para o sofrimento

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Ele era um amor, mas, do começo ao fim da corrida, só fez lamentações.

Reclamou do aluguel que paga todos os meses, culpa da Prefeitura de São Paulo, que desapropriou a casa que ele tinha na Vila Mariana para abrir uma avenida e pagou uma ninharia pelo imóvel. Desabafou sobre a pouca procura pelas corridas de táxi em temos de Uber e me deixou na porta de casa contando que o seu carro havia sido roubado. A polícia encontrou o veículo no mesmo dia, mas sem o rádio, motivo pelo qual ele agora trabalhava assim, sem música. Outra fonte de infelicidade.

Me lembrou a história de um médico conhecido. Não me perguntem por que, mas o cara se mudou do Recife para Porto Alegre para trabalhar, sendo que odeia frio e passa os dias falando mal da cidade em que hoje vive nas redes sociais. Médico não tem emprego em qualquer lugar? Por que abrir mão do calor se isso não o faria feliz?

Nada é simples nessa vida, mas fico pensando que algumas pessoas não lutam pela própria felicidade. Preferem ficar paradas, lamentando a falta de sorte em vez de tentar virar o jogo. Em vez de pelo menos desejar virar o jogo.

Eu sei que o nosso inconsciente nos trai, que cada um de nós é um mundo repleto de influências, dores, questões mal resolvidas. Mas, de novo, vamos tentar mudar o curso da própria história, ir além, encontrar a prosperidade? Parar de reclamar ou passar a reclamar menos?

Fica a reflexão. Sejamos felizes, que a gente merece.

Beijos, beijos, beijos,

Bárbara

Comentários  

 
0 #1 Marta 03-10-2016 19:50
Amei ! É isso !Somos construtores e não vítimas das nossas escolhas ! Bjs!
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