As personagens Elis e Bárbara vão dividir com vocês suas aventuras e desventuras rumo ao equilíbrio das contas

Inveja não leva ninguém a lugar nenhum

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Foi só passar a trabalhar de gravata para ver o movimento do táxi crescer 40%. Com mais corridas, ele trocou de carro, passando a circular com um veículo maior. Não demorou para a inveja bater na porta.

Enquanto me levava para casa, Edson me contou a sua história. Depois que as corridas aumentaram, um colega do ponto o denunciou para as autoridades competentes, alegando que a gravata e o carro novo eram uma afronta à livre concorrência, digamos assim. Como não há nada na legislação que proíba as duas coisas, não houve problema algum.

Alguns dias depois desses fatos, Edson foi assaltado, segundo ele a mando do invejoso do ponto (não tenho detalhes de como ele descobriu essa ligação criminosa, mas não me parece nada impossível de acontecer também, sinceramente). O prejuízo foi basicamente um celular velho, que devia valer "uns R$ 150" e algum dinheiro na carteira, mas nada do outro mundo também.

Segundo o taxista, depois dessas chateações veio uma onda de prosperidade maior ainda. Ou, nas palavras dele: "A minha vida só melhorou. Agora eu tenho um celular novo, cheio de aplicativos, e não me falta trabalho. Acho que nós somos como massa de bolo: quando mais nos batem, mais a gente cresce".

A quantas anda o exu que só aprontou com o Edson? "É viciado em jogo e perde tudo o que ganha, está cheio de dívidas".

Para a gente refletir sobre como a inveja não leva ninguém a lugar nenhum. Querer o sucesso do outro é atrair a felicidade para nós também.

Muita fortuna, gente!

Beijos,

Bárbara

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