Esse espaço é seu. Mande para nós as suas histórias, lições, aprendizados, causos relacionados ao uso do dinheiro. Serão publicadas, com todo o carinho, aqui.

DUAS MOEDAS DE PROSA

Para economizar no enxoval

Quando eu engravidei, mesmo com o bolso apertado, pensei: Vou pra Miami. Eu não conhecia uma mãe que tivesse feito o enxoval no Brasil. Quando eu procurava sobre o assunto na internet, todos os blogs falavam que a opção “mais barata” era ir para os Estados Unidos. Mas meu pai precisou usar as milhas que tínhamos e não rolou. Fiquei bem chateada e perdida.

Comentei com uma amiga e madrinha do João que eu não poderia ir e ela se ofereceu pra trazer algumas coisas. Pensei muito antes de aceitar, não queria incomodar. Fiz uma pesquisa e percebi que para o meu bolso, essa era a melhor opção.

Foi bem difícil fazer as compras pela internet. Eu não tinha noção do quanto cabia em uma mala, quantidade que ela podia trazer. Percebi que não dava pra pedir tudo, então comprei itens que aqui são muito caros, como mamadeiras, canguru, bodies estampados, roupas de frio e para ocasiões especiais, como calça jeans e camisa. Comprei um pouco para cada mês, de 1 até 12 meses. Na época, o dólar não estava tão alto e gastei por volta de R$2.000,00 com as taxas do cartão de crédito. Na correria, comprei uma camisa e polos do tamanho errado. Ao invés de 6 meses e 1 ano, comprei uma de 6 e 12 anos! Kkkk! No fim, dei para o filho de um amigo e peguei a camisa pra mim, hahahaha!

No chá de bebê, eu ganhei vários itens do enxoval, como um kit pra berço, um edredom, duas toalhas, três mantinhas, dois lençóis, um kit de toalha fralda, duas banheiras e um suporte, um ofurô, uma mala pra viagem, um segura neném, um macacão de plush, um body com gola polo e um mijão de algodão egípcio, três camisetinhas, dois babadores, três bodies estampados e dois pares de meia. Conclusão, investir na festa valeu a pena em todos os sentidos. Não sei o valor certinho de tudo que eu ganhei, mas acredito que caso eu fosse comprar tudo isso, gastaria por volta de R$2.000,00.

Após o chá de bebê, fui verificar o que faltava e meu bolso falou: Caraca! Nem vem! Parece mentira, mas com base nas listas que eu vi por aí, ainda faltava comprar um monte de coisa: Macacão de frio, que me disseram que é prático e eles usam muito, saia para o berço, mais dois lençóis para berço, duas toalhas, lençol pra carrinho, gorrinho, luva, meias, escova de cabelo, lencinho de boca, termômetro, chupetas, travesseiro anti refluxo, protetor de colchão, bodies básicos de manga comprida, mijões e por aí vai, vaiiii longe!

Essa parte eu comprei na “Miami do Brasil”, no Brás, na Bambini Baby, em São Paulo. Eu poderia ter ido em mais lojas da região pra conseguir coisas ainda mais baratas, mas eu já estava de quase 8 meses e muito cansada. Lá, de última hora, eu resolvi pegar coisas até um ano pra comparar com a parte do enxoval que eu comprei nos Estados Unidos, e também porque é gostoso, porém é muito cansativo, não quero voltar lá tão cedo! Mas a loja fechava às 17h, conclusão: não rolou. Então, comprei apenas alguns itens de 6 meses. Gastei aproximadamente mais R$3.000,00 só com o enxoval, fora itens como a babá eletrônica, que eu não comprei, a cadeira de balanço que vira um moises, o tapete de atividades, o mobile do berço e a banheira, que eu tive de comprar outra, porque as que eu ganhei não couberam no meu banheiro.

Por ser mãe de primeira viagem, acho que perdi o foco na hora de fazer o enxoval e comprei muita coisa. Principalmente roupa de frio, porque eu sou “friorenta” e acho que ele também vai ser. Porém, só vou ter certeza disso quando ele nascer. Acredito que tudo depende da rotina e das condições de cada mãe. Por exemplo, uma amiga achou que eu exagerei na quantidade de macacões de plush. Ela também não tem empregada, mas tem uma máquina de secar. Como eu não tenho, e ele vai nascer perto do inverno, fiquei com receio das roupinhas dele demorarem pra secar no varal. E entre comprar uma máquina e macacões a mais, obviamente que a segunda opção saiu bem mais barato.

Pra finalizar, uma dica preciosa pra não exagerar na hora de fazer o enxoval: Faça com tempo, não deixe pra última hora. A parte dos Estados Unidos, eu fiz com pressa, pois tinha receio de que as coisas não chegassem rápido pra minha amiga. A segunda parte, fui ao Brás correndo, cheguei lá muito tarde e cansada devido ao barrigão que já estava bem pesado. Nos dois casos, eu tentei resistir, mas comprei muita coisa com aqueles pensamentos de mãe de primeira viagem: Ah, mas é meu primeiro filho, tenho de comprar isso pra ele! Será que ele não vai passar frio? Ele vai ficar lindo com essa roupa! Conclusão: Com tempo, você consegue se segurar mais. Faz as contas e pensa duas vezes, eu achooooo!

Izadora Rodrigues é mãe do João, jornalista e autora do blog Mamãe, vem que tá barato!, onde o texto acima foi publicado originalmente

Taxista, empreendedor e viajante

Atitudes empreendedoras sempre me chamam a atenção. Dia desses, uma amiga me contou a seguinte história. Ia ela para a rodoviária do Tietê, em São Paulo, de onde partiria rumo ao Rio, cidade natal dela, quando o taxista puxou papo. Não falou de política, nem de economia. Também não reclamou do trânsito, das ciclovias, nem do Uber, como tantos. Em vez disso, contou que era da ensolarada Natal, no Rio Grande do Norte, mas que não ia para lá "há muito tempo".

- "Quanto tempo?", quis saber minha amiga, naturalmente, imaginando muitos anos ou até décadas como a resposta.

- "Ah, não vou há um mês...", disse o motorista.

- "???", pensou a passageira.

- "É que costumo ir todo mês ou até várias vezes em um mês", começou a revelar o homem.

E prosseguiu assim: "sou potiguar e instrutor de parapente na minha cidade. Mas há alguns anos vim para São Paulo para aumentar a minha renda com o táxi. Mas nunca quis me afastar da minha terra e nem da minha atividade por lá. Para conseguir superar a distância, tive uma ideia: garimpar promoções e comprar passagens aéreas com muita antecedência."

Muita, neste caso, era muita mesmo. O taxista/instrutor explicou que agora, em 2015, já está adquirindo passagens para utilizar em 2016. Isso requer disciplina e planejamento, mas, segundo ele, é recompensador. "Quando viajo, volto para São Paulo no domingo, quando as corridas são mais caras, por causa da bandeira 2", explicou o homem. "Trabalho na segunda, terça, quarta e, na quinta, pego o voo para Natal. Lá, dou aulas às sextas e sábados", complementou.

A grana do táxi era reinvestida no Nordeste, afirmou o empreendedor. "Quando chega a época de baixa temporada, quando meus concorrentes não têm reservas, invisto na compra de materiais mais modernos e atualizados", concluiu, para ilustrar a importância de um diferencial competitivo para se destacar em sua área de atuação.

Ao ouvir a história narrada pela minha amiga, refleti que a distância entre dois pontos pode ser vencida mais facilmente por quem tem garra, estratégia e técnica, algumas das coisas que mais admiro nas pessoas.

Fabio Saraiva é jornalista

Como guardar dinheiro quando a família aumenta?

São raros os casais que planejam a maternidade e, se você faz parte da maioria, não se preocupe: nunca é tarde para reorganizar seus gastos e começar a economizar.

Vou relatar um caso desses que fogem à normalidade. Há um ano, ao levar minha filha para cortar o cabelo no salão, uma pessoa que também é cliente desse mesmo local disse que mudou a vida a partir do momento em que pensou em engravidar.

Ela disse que planejou por alguns anos a maternidade. Aos poucos, fez um pé de meia, e ao mesmo tempo, se preparou na carreira para migrar de trabalho, de modo que pudesse estar mais junto do futuro filho.

Achei interessante e continuei a ouvir a história: ela relatou que não somente fez um pé de meia para bancar os primeiros anos da criança, mas também montou uma outra reserva para montar um negócio próprio.

Mas por que estou falando isso? Citando um caso fora da realidade da maioria dos brasileiros?

Não se preocupe porque eu também cometi esse erro e sou como você, pois sabia planejar a dois, mas não sabia planejar a quatro!

Ouvi muitas pessoas falarem: "ah se pensar muito não fazemos nada na vida!". Mas isso é uma grande utopia e a conclusão a que cheguei é que tem que pensar sim. Planejar sempre.

Então, comecei a atuar, como algumas outras mães fazem, no empreendedorismo. Enquanto trabalhava em tempo integral em uma empresa, fui aos poucos migrando para outras atividades que me permitissem trabalhar em casa.

Quando descobri, ao colocar no papel, que tudo o que ganhava na atividade secundária já estava igual ao que eu ganhava na atividade principal, resolvi mudar e começar a trabalhar em casa.

Confesso que dá um medo, mas, ao mesmo tempo, a oportunidade de estar mais presente na vida dos meus filhos é algo indescritível.

Alternativas

Quando há filhos pequenos, você verá que fica difícil, quando não há um planejamento prévio, manter o padrão de antes. Quando falo isso me refiro a: manter as viagens anuais, almoços, jantares e etc.

A primeira solução é optar por eventos mais econômicos em família, pois as demais contas aumentarão como creche ou escola, supermercado e assim por diante. Por isso recomendo, antes de qualquer coisa, a elaboração de um controle financeiro. Assim será possível ver com mais clareza onde cortar gastos.

Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, quem reorganiza os gastos familiares como planos de TV a cabo mais baratos, telefonia e etc já consegue economizar em torno de 20% a 30% dos gastos.

A segunda solução é realizar uma segunda atividade em paralelo à principal. Entendo que é um pouco difícil, principalmente quando a criança ainda é muito pequena. já passei por isso, mas a sugestão é ir organizando tudo aos poucos.

É importante ainda que exista uma parceria entre o casal. Por exemplo, quando um está exercendo alguma atividade, o outro ajuda com as crianças.

Existem inúmeras formas para atuar em outra atividade em paralelo como: empreendedorismo, lecionar em alguma universidade, atuar como tradutor(a) e ser tutor(a) de ensino à distância, por exemplo.

As oportunidades aumentam a cada dia e é só começar a procurar na Internet para encontrar algumas opções.

Nesta segunda opção, sempre é bom enfatizar que o autônomo deve sempre buscar diversificar suas funções para não ficar sujeito às altas e baixas de mercado.

Acima de tudo, algo que me ajudou e muito nesse processo de mudança é que sempre gostei de estudar. Quando tive filhos decidi fazer um mestrado na minha área. Termino no ano que vem, mas escolhi um que pudesse conciliar o horário de trabalho, com a família e os estudos.

Então, se não se planejou antes, procure se planejar agora. Veja o que é melhor para você e para a sua família com o objetivo de reorganizar suas finanças e comece o quanto antes a economizar.

Cristiane Gouget é autora do blog de finanças pessoais Guarde Dinheiro

Coisas que você só descobre quando tá na crise

Crise pra cá, crise pra lá... Diz a Dilma que não tem crise. E um monte de gente diz que a crise é culpa dela. Só sei que eu tô em crise. E não é existencial (também, vai, jornalista parece que está sempre existencialmente em dúvidas). É financeira! Tô dura, lisa, lesada, endividada, ferrada... Mais uma na estatística, mais uma que se iludiu com o crédito fácil e foi se deixando levar pelos consignados e parcelamentos irresistíveis e pelos slogans de propaganda de cartão de crédito, como “Viva o sonho hoje” e “Não tem preço”, por exemplo. Tem preço sim! E toda aquela alegria com a sensação de realizar os sonhos que o dinheiro paga vira castigo, privação e desespero até.

No final das contas (quem dera fosse o final das contas), você se vê sem saída, em pânico de perder a casa parcelada em 35 anos ou o carro em três anos... Ahhhhhhhhhhhhhh... Socorro! Tem gente que até se suicida por dívida, leio por aí. Mas daí é aquela coisa: Se a vida toda você não aprendeu pelo amor, agora será pela dor. E então você começa a prestar a atenção em quanto custam os itens que você consome todos os dias. Que um café com leite e um pão na chapa custam 4,00, e que todos os dias em um mês isso dá 80,00. Que escova de dentes é cara né? Pô, 10 paus uma mais ou menos. E que fazer unha toda semana pesa no orçamento.

Além de passar a ser mais consciente com o que você gasta, tem algumas coisas práticas que a gente acaba descobrindo na hora de ter que optar entre comer ou pagar a água, entre pagar a prestação da casa ou o plano de saúde e por aí vai, porque, como disse, um monte de coisa aconteceu e seu orçamento não condiz mais com suas dívidas.

Vamos aos fatos, para você, que se encontra numa situação assim, não sair se jogando da primeira ponte que encontrar.

Descobri que deve-se priorizar o pagamento dos bens que podem ser retirados de você, como carro e casa. Também fiquei sabendo que, se você deixar de pagar a conta de luz, você pode ficar sem luz, água não (esta já dá para empurrar um pouco mais com a barriga).

Se você tem um financiamento habitacional (pelo menos pela Caixa), saiba que tem direito a uma coisa que chama suspensão do crédito uma vez por ano. O que é isso? Você pode pedir pelo SAC que por um mês aquele valor não seja descontado. Claro que a prestação vai “rolar” com juros e correção. Mas, num momento de quase penúria, pode ser a salvação.

Qualquer especialista aconselha que é preciso dar prioridade no pagamento do que cobra mais juros, no caso os cartões de crédito. Mas e quando você não está mais conseguindo arcar nem com o mínimo das faturas? Daí descobri que instituições financeiras não podem penhorar bens. Tinha pesadelos com isso. E que o máximo que acontece é, no caso dos cartões, primeiro: cancelar o cartão; segundo: mandar seu nome para o SPC; terceiro: tentar negociar a qualquer custo com você - normalmente tirando aqueles juros exorbitantes; quarto: desistem de você e te botam no pau (mas pelo que li, valores pequenos acabam ficando por isso mesmo, porque o custo de acionar a justiça não vale a pena para as empresas muitas vezes). Mas mesmo que te acionem judicialmente, o acordo também vai prever um corte nos juros. E se mesmo assim você não conseguir pagar? Em último caso, como você já está com o nome sujo mesmo, basta esperar completar cinco anos que a dívida prescreve, assim como seu nome volta a constar como limpo. Isso mesmo, o jeito é dar calote. Que vergonha, né? Mas ou é isso ou você passa fome. Eae?

Quanto ao consignado que você não sabe o que fazer com ele depois que perdeu o emprego, o mesmo processo. Uma hora o banco vai te cobrar, mas, neste momento, entre pagar o consignado e perder a casa financiada, melhor optar por pagar a prestação da casa e deixar a história do consignado lá para frente. E deixa pro santo das causas impossíveis orar por você. É São Benedito?

Outra coisa que descobri: se o limite do seu cheque especial era alto, muito acima da sua capacidade de arcar com ele, e percebe que não vai conseguir cobrir aquele rombo tão cedo, mande uma carta para o banco pedindo o cancelamento do cheque especial. Com isso, os juros param de correr e, pelo menos, você ganha tempo para pensar ou, quem sabe, ganhar na mega sena.

Mas a maior lição de todas ainda está por vir. Depois deste período de extremo sofrimento e privação, de enxugar gelo e se cobrir com um cobertor de criança todos os meses, se sentindo um malabarista do Cirque du Soleil, NUNCA MAIS FAÇA DÍVIDAS. Daqui para frente, será tudo à vista, só um cartão de crédito para emergências e nada de empréstimos. Porque pé no chão é melhor que cabeça na lua.

Patrícia Diguê é jornalista

 

E se a viagem ao exterior custar menos e for bem especial?

A tão sonhada viagem ao exterior de muitos brasileiros pode não acontecer neste ou no próximo ano por causa da alta do dólar e da situação econômica pelo qual passa o Brasil. A moeda norte-americana ultrapassou a casa dos R$ 3 e deixou muita gente desanimada para viajar. Os preços dos pacotes cotados em dólar dispararam, assim como passagens aéreas, hotéis, passeios, inviabilizando financeiramente férias em terras estrangeiras. Essa é a impressão à primeira vista. Mas, com paciência, informação, experiência e planejamento, é possível reduzir – e muito – os custos da almejada viagem.

São raras as vezes que eu viajo com pacotes turísticos. Geralmente eles custam mais que uma viagem independente. Uma viagem em que o turista compra passagem no voo que deseja, opta pela acomodação sem ficar restrito às opções da operadora de turismo, faz os passeios que e quando quer e fica no destino quantos dias prefere, pode sair muito mais em conta. Para conseguir fazer tudo isso, o ideal é pesquisar o voo, o hotel e os passeios que se pretende fazer. Aí, compara-se com o valor do pacote. Mas isso dá trabalho, leva um tempão. Então, muita gente, escolhe o mais simples: ir até uma agência de viagem. Quando vou viajar, faço tudo isso em casa, economizo bastante e viajo como eu quero, de modo personalizado, bem particular.

Muita pesquisa é a chave para economizar. Já encontrei, por exemplo, hotel em Nova York bem localizado com café da manhã - coisa rara na cidade - por um preço razoável. Também me hospedei em um hotel sem café da manhã na Europa, mas que me proporcionou a interessante experiência de poder comprar no mercado o que a população local consumia habitualmente na primeira refeição do dia.

Por falar em mercados, eles são bárbaros - especialmente os centrais - e valem uma visita. Seja apenas para conhecer, para comer ou comprar itens para levar para casa.

Além de pesquisar muito, outra dica é usar os programas de milhagens das companhias aéreas ou cartões de crédito. Eles ajudam bastante a reduzir os custos das viagens, mas não são muito fáceis de serem usados. É preciso receber algumas explicações e dicas. Já viajei muito usando milhas. É tão bom!!!

Além de indicar hotéis, restaurantes e passeios para amigos que vão viajar, já ajudei alguns a não gastar dinheiro desnecessariamente com aluguel de carro. Essa prática tem que ser bem estudada. Há destinos onde locar veículos é completamente desnecessário e em outros, muito bem-vindo. Ao planejar uma viagem, é importante saber identificar pequenos detalhes que farão muita diferença no bolso.

Um outro exemplo disso: Se você sonha em visitar os lindos campos de girassóis na Itália e for na época errada, não vai ver nenhuma dessas flores. Muitos passeios dependem de condições climáticas. Na Patagônia, as embarcações para se observar pinguins só saem a partir de uma determinada data, os parques fecham durante o inverno e por aí vai. Na Europa, museus e outras atrações têm horários diferentes de funcionamento conforme cada época do ano. Ter essas informações pode ajudá-lo a aproveitar mais.

Adoro planejar viagens: desde escolher a melhor época, o voo, o hotel, os passeios, até a comida ou bebida que poderei provar no destino. Assim, já conheci mais de 20 países, gastando menos do que se possa imaginar, aproveitando muito e, o mais importante, do meu jeito e não do da agência. E quando os amigos precisam, passo dicas para eles se darem bem.

Agora, além de jornalista, também sou consultora de viagens. Tenho muita informação para compartilhar e tornar inesquecível a viagem de quem se interessar em receber consultoria turística exclusiva.

Adriana David, jornalista e consultora de viagens personalizadas ( O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )

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